F.C. Metalist/Kharkiv vai Estreiar neste domingo (10 /07) na Premier League Ukraine,jogando em Kiev tendo como adversário o Dínamo .Estamos esperando um jogo difícil ,pois nosso adversário no meio da semana venceu a Recopa da Ukrania jogando contra o Shachtar Donetsk pelo placar de 3x1 ,além disso ,nosso jogo de estréia e considerado um clássico dos tempos modernos do futebol , já que nas últimas temporadas o Metalist vem acompanhando o Dínamo de pertinho ficando sempre posicionado por cinco anos consecutivos em terceiro lugar.
Esse ano temos como objetivo conquistar a manutenção das primeiras colocações ,tendo como prioridade a vaga pra Champions League da próxima temporada.Trabalhamos duro na pré temporada ,primeiramente em Kharkiv e depois em Estegersbach,Austria,suamos a camisa e focamos no trabalho de preparação para essa temporada que será fundamental para o crescimento do clube no cenário Nacional e europeu .
No jogo de hoje temos um desfalque ,o atacante Tison sofreu um escorregão no jogo treino de quinta- feira e teve diagnosticada uma lesão na musculatura da região do adutor .Mesmo com esse desfalque ,tenho a certeza que faremos um bom jogo ,pois o suplente que entrar na equipe estarà pronto pra batalha .
"A bola dá volta"
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PARCEIROS : http://www.concif.com/pt/
domingo, 10 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Diário da preparação - Áustria
O Metalist Kharkiv é um clube que proporciona uma bela estrutura logística para seus componentes, tanto jogadores como integrantes da comissão técnica e staffs. Aqui na Áustria não poderia ser diferente, pois estamos hospedados num belíssimo Spa onde desfrutamos de uma linda paisagem e estrutura física para o trabalho ser realizado da melhor maneira ,tanto na alimentação como nos treinamentos e descanso. O hotel tem uma ótima localização, a cerca de 145km da capital da Áustria . Viena é uma bela cidade ,onde podemos ver a arquitetura e paisagismo europeu chamando atenção pela organização no sistema rodoviário e de circulação com transporte coletivo de primeiro mundo.Viena possui lindas ruas com bares e cafeterias ao ar livre combinando com o requinte das lojas das maiores griffes do mundo, juntamente com monumentos de anos passados com beleza magnífica.
| Hotel Spa em Stegersbach |
| Viena |
Uma oportunidade de conhecer a Áustria e essa cidade histórica me deixou muito contente , realmente estou aproveitando o momento que me foi proporcionado ,e que esse tipo de lazer nas horas de folga dos treinamentos nao existe dinheiro no mundo que possa pagar.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Cidade de Kharkiv
Quando cheguei na Ukrânia em fevereiro deste ano estava muito frio e não tive a oportunidade conhecer a cidade do Metalist e que vivo .No passar dos meses veio a primavera ,fazendo com que a cidade ficasse transformada ,saindo a paisagem fria e branca do inverno europeu para quente e esverdiada dando ares latino pro ambiente. Aqui em Kharkiv tem muitos parques e praças urbanizadas e humanizadas ,propiciando ao povo da cidade aproveitar os dias quentes ,já que o inverno é muito rigoroso.
Eu moro em um bairro muito perto do centro ,que me proporciona estar no movimento da cidade a qualquer hora. Caminhando nas ruas da cidade vejo muitas cafeterias e restaurantes que aproveitam seu espaço externo para proporcionar aos seus clientes o ar livre e muito bate papo , descontraindo o dia a dia intenso de trabalho .
Os parques sempre lotados com crianças ,pessoas adultas e idosos, desfrutando da beleza dos locais publicos da cidade. O povo tem a cultura européia ,sendo muito respeitoso, fazendo com que se viva com segurança total ,bem diferente do brasil onde estamos sempre inseguros tanto na questão de assaltos como tambem no trânsito na relação pedestre x condutor.
Ainda estou a procura de uma churrascaria ,pois aos domingos nada consegue substituir a neblina que se forma no ceú de Porto Alegre ,minha cidade no Brasil .
Eu moro em um bairro muito perto do centro ,que me proporciona estar no movimento da cidade a qualquer hora. Caminhando nas ruas da cidade vejo muitas cafeterias e restaurantes que aproveitam seu espaço externo para proporcionar aos seus clientes o ar livre e muito bate papo , descontraindo o dia a dia intenso de trabalho .
| Parque com bares e restaurantes |
Ainda estou a procura de uma churrascaria ,pois aos domingos nada consegue substituir a neblina que se forma no ceú de Porto Alegre ,minha cidade no Brasil .
terça-feira, 21 de junho de 2011
Festa do bronze
Estamos realizando pré temporada para as competições nacionais e internacionais do período de 2011/2012, mas vivenciamos e celebramos uma grande festa em kharkiv no dia de hoje. Há cinco anos consecutivos o F.C. Metalist mantém a posição de terceira melhor campanha da Ukrânia ,que para nós sulamericanos não faz muita diferença, mas para os torcedores e integrantes do Metalist no seu corpo diretivo e também entre jogadores e funcionários é algo a se comemorar e muito bem celebrado por sinal.
Nesta festa realizada no Metalist stadium teve direito a tudo : Show musical ,fogos de artifício,recepção calorosa da torcida ,estádio lotado ,recebimento de medalhas de bronze e homenagens aos integrantes das 5 conquistas consecutivas da equipe.
Logo ápos as homenagens ,com direito a música personalizada do time e volta olimpica, fomos a área vip do estádio para jantarmos e festejarmos essa conquista que serve para imaginarmos no futuro de como será bonito quando conseguirmos um título para esse povo de kharkiv, que ovaciona seus jogadores e torce incansavelmente pelo Metalist.
Nesta festa realizada no Metalist stadium teve direito a tudo : Show musical ,fogos de artifício,recepção calorosa da torcida ,estádio lotado ,recebimento de medalhas de bronze e homenagens aos integrantes das 5 conquistas consecutivas da equipe.
Logo ápos as homenagens ,com direito a música personalizada do time e volta olimpica, fomos a área vip do estádio para jantarmos e festejarmos essa conquista que serve para imaginarmos no futuro de como será bonito quando conseguirmos um título para esse povo de kharkiv, que ovaciona seus jogadores e torce incansavelmente pelo Metalist.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
DIÁRIO DA PREPARAÇÃO 16.06.11
Depois de desfrutar de férias no Brasil retornei para Ukrania, especifícamente em Kharkiv, cidade do F.C. Metalist.Iniciamos os treinamentos num clima de verão, pois aqui na Ukrania por incrível que pareça está quente, com média de 27 graus positivos. Estamos treinando forte em dois turnos com uma metodologia do treinamento integrado,desenvolvendo trabalhos físicos, técnicos e táticos na especificidade do futebol.
Estaremos até o dia 22 de junho em Kharkiv,logo após iremos para Áustria onde ficaremos cerca de 10 dias nos aperfeiçoando em treinamentos e jogos amistosos para a temporada 2011/2012, na qual temos em disputa três competições importantes; a Premier League Ukraine ,Ukraine Cup e UEFA cup.
Venho fazendo treinamentos fortes com mecanismos do treinamento integrado,priorizando as seguintes valências físicas : força, resistência e coordenação. Estou me adptando a cultura e metodologia do Metalist ,mas já colocando um pouco daquilo que acredito no treinamento diariamente.
Estaremos até o dia 22 de junho em Kharkiv,logo após iremos para Áustria onde ficaremos cerca de 10 dias nos aperfeiçoando em treinamentos e jogos amistosos para a temporada 2011/2012, na qual temos em disputa três competições importantes; a Premier League Ukraine ,Ukraine Cup e UEFA cup.
Venho fazendo treinamentos fortes com mecanismos do treinamento integrado,priorizando as seguintes valências físicas : força, resistência e coordenação. Estou me adptando a cultura e metodologia do Metalist ,mas já colocando um pouco daquilo que acredito no treinamento diariamente.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
VISITA AO BRASIL 10.05.11
| Francisco Noveletto e Michel Huff |
quinta-feira, 26 de maio de 2011
ENTREVISTA (4ª parte) 26.05.11
Última parte da entrevista dada pelo Michel Huff ao Bruno Camarão do site http://www.universidadedofutebol.com.br/
Universidade do Futebol – Qual a importância de um treinamento que procure integrar as diversas necessidades do jogador, tanto na parte técnica, tática, como no condicionamento físico e no preparo mental? Ele é bem compreendido no Brasil?
Michel Huff – Acredito muito no todo, desenvolvendo as partes inseridas no todo, e o todo fazendo parte das partes. Pode parecer um preceito meio confuso, mas gosto de uma frase que está no livro do José Mourinho (“Descoberta Guiada”), em que está escrito que não podemos ver a árvore separadamente (caule, raiz, folhas e frutos), mas sim como uma árvore. Essa é a visão que tenho do futebol.
Acredito em treinamento coletivo do futebol quando se estão inseridos todos os aspectos físicos, técnicos, táticos e comportamentais, mas essa visão de treinamento no Brasil é pouco usual e desconhecida até de pessoas que dizem que conhecem.
Creio que a metodologia inovadora irá crescer no Brasil na medida em que conseguirmos mudar a ideia da ponta da pirâmide do futebol, que é a mandatária no esporte – diretores, gestores, presidentes de clubes, presidentes de federações, etc.
São esses que podem fazer o futebol ser visto de uma forma mais moderna e um pouco menos sustentada apenas por resultados. Dessa maneira, os profissionais do futebol da parte da base da pirâmide terão sucesso com a nova metodologia. Espero ver isso ainda.
Universidade do Futebol – Pode-se dizer que o método tecnicista ainda está fortemente arraigado no inconsciente coletivo dos profissionais de futebol? Há uma grande dificuldade em compreender como é possível ensinar e aperfeiçoar a técnica dentro do contexto de jogo, ou como se teoriza, ensinar a técnica por meio da ação tática?
Michel Huff – Interessante falarmos disso, mas acredito que para acontecer a mudança coletiva de pensamento metodológico, não vamos poder sair do que falei na resposta anterior.
Já tive em clubes nos quais os diretores não sabiam diferenciar um treinador que desenvolvia uma metodologia convencional da inovadora, e uma boa parte dos gestores e executivos do futebol não sabem nem o significado de metodologia.
Em relação ao segundo questionamento, vejo que o problema não é em relação ao ensinar e aperfeiçoar a técnica dentro do contexto tático, e sim no que diz respeito à falta de modelo de jogo que encontramos nos treinadores que dizem trabalhar nesse tipo de metodologia sem conhecimento dos princípios e sub princípios que norteiam o modelo.
Estamos em uma época que trabalhar com a metodologia inovadora virou um modismo profundo e todos querem entrar na moda. Mesmo, às vezes, ainda se portando à maneira antiga.
Universidade do Futebol – Como ocorre a integração com a equipe médica no trabalho de recuperação de um atleta que volta de contusão? De que maneira acontece a interação entre o treino do jogador e sua recuperação?
Michel Huff – O processo aqui é um pouco diferente do nosso país. Utiliza-se na Ucrânia muito da medicação e pouca prevenção e reabilitação fisioterápica comparado com o processo brasileiro – somos os melhores do mundo nesses quesitos, sem sombra de dúvida.
A reabilitação é feita com qualidade, mas com menos variabilidade da que encontramos no Brasil. Tenho utilizado muita propriocepção com atletas que retornam de lesões traumáticas, principalmente de tornozelo e joelho, e vejo que podemos evoluir na utilização do treinamento de força para melhor rendimento e prevenção de lesão.
Mas o processo de reabilitação, desde o diagnostico da lesão, passando pelo tratamento, reabilitação e inserção do atleta no grupo, acontece de maneira sistemática.
Podemos encontrar às vezes uma aceleração do sistema quando o jogador já está no campo treinando individualmente e o processo é antecipado, com riscos, mas sem maiores problemas.
Universidade do Futebol – Qual a fronteira entre a participação do preparador físico no amparo psicológico aos atletas, e o trabalho propriamente dito de um profissional específico da área? Você aborda conceitos de auto-ajuda e neurolinguística no seu trabalho diário?
Michel Huff – Meu conceito é que nessa área vivemos num contexto muito amplo. Conhecer o que pensa cada jogador está relacionado ao que o líder (treinador) dos jogadores irá fazê-los pensar.
Acredito que tudo depende da maneira e da forma de liderar o grupo. Temos muitas formas de liderança que podemos citar, porém fica claro para mim que a maneira que mais se aproxima do que creio é servir para ser servido.
Esse é um processo mais demorado de liderança, mas com uma atmosfera verdadeira e baseada em sentimentos múltiplos, pensando em uma forma de conseguir êxito coletivo.
Vejo que o preparador físico tem uma influência conceituada sobre os jogadores, uma relação de irmão mais velho com irmão mais novo. O preparador físico escuta muitas reclamações e confissões que, dependendo de como for captada e entendida, pode trazer bons frutos para a equipe. Ao mesmo tempo em que pode atrapalhar muito, dependendo do perfil do profissional.
Traçar esse perfil do jogador e classificá-lo em grupos de comportamentos compete a um especialista da área da psicologia esportiva. Vejo como um acessório importante dentro do processo.
Muitos clubes ainda tentam se modernizar em relação à constituição de uma comissão técnica, mas acabam enchendo o vestiário com profissionais sem conhecimento do futebol, o que pode gerar uma lentidão na inter-relação das áreas envolvidas no trabalho coletivo.
Universidade do Futebol – Qual a importância de um treinamento que procure integrar as diversas necessidades do jogador, tanto na parte técnica, tática, como no condicionamento físico e no preparo mental? Ele é bem compreendido no Brasil?
Michel Huff – Acredito muito no todo, desenvolvendo as partes inseridas no todo, e o todo fazendo parte das partes. Pode parecer um preceito meio confuso, mas gosto de uma frase que está no livro do José Mourinho (“Descoberta Guiada”), em que está escrito que não podemos ver a árvore separadamente (caule, raiz, folhas e frutos), mas sim como uma árvore. Essa é a visão que tenho do futebol.
Acredito em treinamento coletivo do futebol quando se estão inseridos todos os aspectos físicos, técnicos, táticos e comportamentais, mas essa visão de treinamento no Brasil é pouco usual e desconhecida até de pessoas que dizem que conhecem.
Creio que a metodologia inovadora irá crescer no Brasil na medida em que conseguirmos mudar a ideia da ponta da pirâmide do futebol, que é a mandatária no esporte – diretores, gestores, presidentes de clubes, presidentes de federações, etc.
São esses que podem fazer o futebol ser visto de uma forma mais moderna e um pouco menos sustentada apenas por resultados. Dessa maneira, os profissionais do futebol da parte da base da pirâmide terão sucesso com a nova metodologia. Espero ver isso ainda.
Universidade do Futebol – Pode-se dizer que o método tecnicista ainda está fortemente arraigado no inconsciente coletivo dos profissionais de futebol? Há uma grande dificuldade em compreender como é possível ensinar e aperfeiçoar a técnica dentro do contexto de jogo, ou como se teoriza, ensinar a técnica por meio da ação tática?
Michel Huff – Interessante falarmos disso, mas acredito que para acontecer a mudança coletiva de pensamento metodológico, não vamos poder sair do que falei na resposta anterior.
Já tive em clubes nos quais os diretores não sabiam diferenciar um treinador que desenvolvia uma metodologia convencional da inovadora, e uma boa parte dos gestores e executivos do futebol não sabem nem o significado de metodologia.
Em relação ao segundo questionamento, vejo que o problema não é em relação ao ensinar e aperfeiçoar a técnica dentro do contexto tático, e sim no que diz respeito à falta de modelo de jogo que encontramos nos treinadores que dizem trabalhar nesse tipo de metodologia sem conhecimento dos princípios e sub princípios que norteiam o modelo.
Estamos em uma época que trabalhar com a metodologia inovadora virou um modismo profundo e todos querem entrar na moda. Mesmo, às vezes, ainda se portando à maneira antiga.
Universidade do Futebol – Como ocorre a integração com a equipe médica no trabalho de recuperação de um atleta que volta de contusão? De que maneira acontece a interação entre o treino do jogador e sua recuperação?
Michel Huff – O processo aqui é um pouco diferente do nosso país. Utiliza-se na Ucrânia muito da medicação e pouca prevenção e reabilitação fisioterápica comparado com o processo brasileiro – somos os melhores do mundo nesses quesitos, sem sombra de dúvida.
A reabilitação é feita com qualidade, mas com menos variabilidade da que encontramos no Brasil. Tenho utilizado muita propriocepção com atletas que retornam de lesões traumáticas, principalmente de tornozelo e joelho, e vejo que podemos evoluir na utilização do treinamento de força para melhor rendimento e prevenção de lesão.
Mas o processo de reabilitação, desde o diagnostico da lesão, passando pelo tratamento, reabilitação e inserção do atleta no grupo, acontece de maneira sistemática.
Podemos encontrar às vezes uma aceleração do sistema quando o jogador já está no campo treinando individualmente e o processo é antecipado, com riscos, mas sem maiores problemas.
Universidade do Futebol – Qual a fronteira entre a participação do preparador físico no amparo psicológico aos atletas, e o trabalho propriamente dito de um profissional específico da área? Você aborda conceitos de auto-ajuda e neurolinguística no seu trabalho diário?
Michel Huff – Meu conceito é que nessa área vivemos num contexto muito amplo. Conhecer o que pensa cada jogador está relacionado ao que o líder (treinador) dos jogadores irá fazê-los pensar.
Acredito que tudo depende da maneira e da forma de liderar o grupo. Temos muitas formas de liderança que podemos citar, porém fica claro para mim que a maneira que mais se aproxima do que creio é servir para ser servido.
Esse é um processo mais demorado de liderança, mas com uma atmosfera verdadeira e baseada em sentimentos múltiplos, pensando em uma forma de conseguir êxito coletivo.
Vejo que o preparador físico tem uma influência conceituada sobre os jogadores, uma relação de irmão mais velho com irmão mais novo. O preparador físico escuta muitas reclamações e confissões que, dependendo de como for captada e entendida, pode trazer bons frutos para a equipe. Ao mesmo tempo em que pode atrapalhar muito, dependendo do perfil do profissional.
Traçar esse perfil do jogador e classificá-lo em grupos de comportamentos compete a um especialista da área da psicologia esportiva. Vejo como um acessório importante dentro do processo.
Muitos clubes ainda tentam se modernizar em relação à constituição de uma comissão técnica, mas acabam enchendo o vestiário com profissionais sem conhecimento do futebol, o que pode gerar uma lentidão na inter-relação das áreas envolvidas no trabalho coletivo.
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